Alunos de EMRC vão receber a vista de vários sacerdotes para uma ação de sensibilização vocacional, integrada no contexto da Semana dos Seminários que decorre entre os dias 1 e 8 de novembro

Entre os dias 9 e 13 de novembro, o Coro Laudum Dei estará na ilha das Flores para uma ação de sensibilização vocacional, particularmente dirigida aos alunos de Educação Moral e Religiosa Católica, informa uma nota enviada ao sítio Igreja Açores.
A iniciativa, que surge no âmbito da Semana dos Seminários, incluirá também um concerto musical, integrado na abertura solene do Ano Jubilar Mariano, em Santa Cruz das Flores, no dia 11 de novembro.
O Coro Laudum Dei, criado em maio de 2022, é constituído por oito sacerdotes que servem em diferentes ilhas da Diocese de Angra- Bruno Espínola (PDL), Carlos Simas (Ribeira Grande), Fábio Carvalho (Fenais de Vera Cruz), Fábio Silveira (Flores), João Ponte (Ponta Delgada), Ruben Sousa (Vila Franca do Campo), Tiago Tedéu (Ribeira Grande) e Vítor Medeiros (São Jorge)- e tem a direção musical da maestrina Cristina Ventura.
“Através da música, do diálogo e do testemunho pessoal, os elementos do grupo procurarão dar a conhecer a realidade da vocação sacerdotal, proporcionando aos mais jovens uma oportunidade de contacto com diferentes percursos de vida e de descoberta do sentido da vocação, entendida como resposta a um chamamento e como caminho de serviço à Igreja e à comunidade”, refere a nota.
Esta não é a primeira vez que o Coro Laudum Dei promove uma iniciativa desta natureza. No ano passado, uma ação semelhante teve lugar na ilha de São Jorge, coincidindo com o início de funções pastorais naquela ilha de um dos seus elementos, o Padre Vítor Medeiros.
Este ano, a escolha da ilha das Flores reveste-se também de um significado especial, uma vez que coincide com o início de funções pastorais, no corrente ano, de outro membro do grupo, o Padre Fábio Silveira.
“Estas deslocações traduzem, de forma concreta, a identidade e a missão do Coro Laudum Dei, que encontra na música não apenas uma expressão artística, mas também um instrumento de evangelização, de promoção vocacional e de fortalecimento dos laços de amizade e fraternidade sacerdotal” destaca a nota, que refere, ainda, que “numa diocese marcada pela insularidade e pela dispersão geográfica das suas comunidades, iniciativas como esta assumem um significado particular, proporcionando aos sacerdotes oportunidades de encontro, convívio, partilha de experiências pastorais e vivência da fraternidade, para além das realidades específicas das ilhas onde exercem o seu ministério”.
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