Escola Diocesana de Música Sacra abre inscrições para o ano letivo 2026-2027

Formação decorrerá na Matriz da Ribeira Grande, ao longo de cinco módulos, em seis áreas formativas

 

A Comissão Diocesana de Música Sacra promove, no ano pastoral e letivo de 2026-2027, a terceira edição da Escola Diocesana de Música Sacra, reafirmando o seu compromisso com a formação, a valorização e a promoção da música litúrgica na Diocese, informa uma nota enviada ao sítio Igreja Açores.

A formação decorrerá no Centro Paroquial da Matriz da Ribeira Grande, segundo um modelo organizado por módulos, “procurando facilitar a participação dos inscritos e proporcionar uma aprendizagem estruturada, ajustada às necessidades dos diversos agentes da música litúrgica”, sublinha a nota da direção da Escola.

A oferta formativa continua a abranger seis áreas: Liturgia, Formação Musical, Coro, Direção Coral, Órgão e Salmistas, destinando-se, em particular, a coralistas, organistas, diretores de coro, salmistas, animadores do canto litúrgico e a todos os que desejam aprofundar os seus conhecimentos na área da liturgia e da música sacra.

Calendário da formação

O plano formativo compreende cinco módulos, distribuídos pelas seguintes datas:

  • Módulo I: 28 e 29 de novembro de 2026;
  • Módulo II: 23 e 24 de janeiro de 2027;
  • Módulo III: 6 e 7 de março de 2027;
  • Módulo IV: 16 e 17 de abril de 2027;
  • Módulo V: 5 e 6 de junho de 2027.

Inscrições até 15 de novembro

As inscrições encontram-se abertas até 15 de novembro, mediante o pagamento de uma taxa de inscrição de 5 euros, a liquidar aquando da realização do primeiro módulo, nos dias 28 e 29 de novembro.

“A Comissão Diocesana de Música Sacra apela à participação de todos os que, nas comunidades paroquiais, colocam os seus dons musicais ao serviço da Igreja, sublinhando a importância da formação contínua para a qualidade e a dignidade das celebrações litúrgicas” lê-se na nota.

Para além da dinamização da Escola Diocesana, a Comissão mantém a disponibilidade para colaborar com as paróquias, dentro das possibilidades e dos meios disponíveis, privilegiando o investimento na formação e na valorização dos agentes da música litúrgica.

“A música sacra não é apenas uma expressão artística: constitui parte integrante da liturgia e um verdadeiro serviço à oração da Igreja. A formação de músicos, organistas, salmistas e diretores de coro representa, por isso, um contributo essencial para celebrações mais participadas, conscientes e fiéis à identidade da liturgia cristã”, conclui a nota.

 

 

 

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